Acabar a tarde no Parque das Nações, a olhar para o rio, tempo sem fim de contemplação silenciosa.
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Apanhar um táxi que me leva até às conversas sôfregas da minha mãe, ansiosa por matar todas as saudades de uma vez. Entrega-me um envelope fechado, com instruções específicas para só ser aberto no dia 23.
Ver álbuns de fotografias antigas, polaróides onde a minha mãe ainda usava biquini (e tinha uma barriga lisa como eu nunca tive) e fotos que serão para sempre a minha vergonha (cabelo cortado à tigela e popas daquelas com kilos de laca, credo!!).
Bolos quentes e chá de camomila à uma da manhã.
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