sexta-feira, 29 de abril de 2016

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Nó na garganta (II)

"I've been in the world 37 hours. I've seen pancakes, and stairs, and birds, and windows, and hundreds of cars. And clouds, and police, and doctors, and grandma and grandpa. (...) I've seen persons with different faces, and bigness, and smells, talking all together. The world's like all TV planets on at the same time, so I don't know which way to look and listen. There's doors and... more doors. And behind all the doors, there's another inside, and another outside. And things happen, happen, HAPPENING. It never stops. Plus, the world's always changing brightness, and hotness. And there's invisible germs floating everywhere. When I was small, I only knew small things. But now I'm five, I know EVERYTHING!"

"There's so much of "place" in the world. There's less time because the time has to be spread extra thin over all the places, like butter. so all the persons say "Hurry up! Let's get going! Pick up the pace! Finish up now!".

"When I was four, I didn't even know about the world, and now me and Ma are going to live in it forever and ever until we're dead. This is a street in a city in a country called America, and earth. That's a blue and green planet, always spinning, so I don't know why we don't fall off. Then, there's outer space. And nobody knows where's heaven. Ma and I have decided that because we don't know what we like, we get to try everything. There are so many things out here. And sometimes, it's scary, but that's okay, because it's still just you and me."


(Acabei de ver o Room com a sensação de ter recebido uma lição de vida).

Momento (CCXXIX)


Sempre que Peter Pan corre na minha direção com a mão estendida para me oferecer uma flor, a minha cara ilumina-se num sorriso de pura gratidão por este amor que me enche a vida.

(Ainda mais quando é um amor-perfeito...).

domingo, 24 de abril de 2016

O cúmulo da sorte...

No primeiro fim de semana de sol dos últimos tempos... Peter Pan está com varicela...

(Eu não mereço...)

sexta-feira, 22 de abril de 2016

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Querer ser feliz (todos os dias)


Momento (CCXXVII)

Ver o orgulho tímido de Peter Pan a mostrar aos amigos na escola, o trabalho do Dia da Mãe. Não está perfeito nem elaborado, não é uma daquelas obras de arte das mães-barbie (algumas que posso jurar a pés juntos que foram encomendadas e pagas). Foi feito por nós, a duas mãos (literalmente), em momentos de cumplicidade (e muita sujeira). Cada flor abre para mostrar uma pequena foto nossa com um enorme significado para mim. O olhar que me guia. O sorriso que me dá alegria. O abraço que me ensinou o amor incondicional. O colo que me enche de ternura. A frase que será para sempre a nossa. Tudo o que enche o meu coração de mãe. Expresso de forma singela e sincera em pinceladas de cores vivas.


segunda-feira, 18 de abril de 2016

sábado, 16 de abril de 2016

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Fazer(-me) feliz

Vê-lo muito quieto, de olhos muito abertos, a ouvir com atenção o seu primeiro concerto... (E sentir o coração a rebentar de ternura...)



Treinar (X)







quarta-feira, 13 de abril de 2016

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Ouvir e sentir (CCIX)

(De coração apertado...)



Birdy
"People Help The People"

quarta-feira, 6 de abril de 2016

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Confessar

E por falar em guilty pleasures....



Roupa Nova
"Dona"

Com uma vénia (XXIII)

Como alguém escreveu no FB:
"Como transformar um guilty-pleasure 
num fucking-amazing-pleasure..."



António Zambujo e Miguel Araújo
"No Rancho Fundo"

domingo, 3 de abril de 2016

A saudade (ainda) dói

Sabes, no outro dia estava a ver um filme, uma daquelas comédias românticas tão minhas, chamava-se One Day, e numa das cenas do filme o tipo está desfeito com a morte da mulher, e não sabe como vai continuar a viver, e o pai diz-lhe para continuar a viver como se a mulher ainda fosse viva. Ele responde que não é capaz de fazer isso. E o pai cala-o com um "Claro que és capaz... o que é que achas que eu tenho feito nos últimos dez anos?"
É isto que tenho feito nos últimos dois anos, continuar a viver o melhor que posso e sei. A maioria dos dias é fácil, quase impensado, os minutos todos ocupados com a segurança das rotinas que se repetem, com a meiguice dos momentos em que o Pedro (ainda) me dá colo e mimo, com a pressa de querer fazer mais do que as horas permitem e não se compadecem com mau humor ou cansaço.
E depois há os dias gravados a lágrimas no calendário, aqueles em que a ferida sarada volta a doer; em que a cicatriz que já só é um minúsculo traço imperceptível ao olhar distraído, volta a latejar debaixo da pele; e que a eterna pergunta sem resposta volta a ecoar-me na mente, para embater no silêncio da tristeza da minha impotência: Porquê?



Ana Moura
"Tens Os Olhos De Deus"

(Letra e Música de Pedro Abrunhosa)

Tens os olhos de Deus
E os teus lábios nos meus
São duas pétalas vivas.
E os abraços que dás,
São rasgos de luz e de paz
Num céu de asas feridas,
E eu preciso de mais,
Preciso de mais.

Dos teus olhos de Deus,
Num perpétuo adeus
Azuis de sol e de lágrimas,
Dizes: ‘Fica comigo
És o meu porto de abrigo,
E a despedida uma lâmina!’.
Já não preciso de mais,
Não preciso de mais.

Embarca em mim,
Que o tempo é curto
Lá vem a noite
Faz-te mais perto.
Amarra assim
O vento ao corpo,
Embarca em mim
Que o tempo é curto.
Embarca em mim.

Tens os olhos de Deus,
E cada qual com os seus
Vê a lonjura que quer,
E quando me tocas por dentro
De ti recolho o alento
Que cada beijo trouxer.
E eu preciso de mais,
Preciso de mais.

Nos teus olhos de Deus
Habitam astros e céus,
Foguetes rosa e carmim,
Rodas na festa da aldeia
Palpitam sinos na veia
Cantam ao longe que ‘sim!’.
Não preciso de mais,
Não preciso de mais.

Embarca em mim,
Que o tempo é curto
Lá vem a noite
Faz-te mais perto.
Amarra assim
O vento ao corpo,
Embarca em mim
Que o tempo é curto.
Embarca em mim.