domingo, 22 de agosto de 2010

Matar saudades (II)

Caipirinhas até nos darmos conta que somos as únicas no bar, já passa das 3 da manhã e o senhor quer fechar a porta.

Ler muito. Fotografar pouco.
Acordar mais cedo do que para ir trabalhar. E de boa vontade.
Jantar no indiano.



E perder-me nas ruelas estreitas. Já é tradição.


Regatear vestidos brancos no areal. E ser devorada por mosquitos arraçados de vampiros. Também faz parte.


Hamburguers e olhos-de-sogra. E fruta na praia.
Despedir-me com a certeza do regresso.

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