domingo, 13 de março de 2011

Em Roma sê romano...

Entramos no pub nas traseiras do hotel, e é tal e qual como imaginava, quente e acolhedor, pedimos um “full breakfast” e um sumo de laranja, enquanto os outros três clientes (conhecidos da casa) bebiam as suas cervejas em silêncio.




Em Londres (II)

Levanto-me uma hora mais cedo para ter tempo de dar uma volta e tirar umas fotos antes do encontro no lobby com o chefe. Abro as cortinas que dão para um pub com aspecto rústico e… está a chover (oh dear…). Atravesso a Putney Bridge a pé e telefono para casa, para dizer que estou a olhar para o Tamisa. Ele não atende. Só depois de desligar é que se acende uma luz no único neurónio acordado do meu cérebro “hoje é domingo, só tu é que vais trabalhar”.
Tiro fotos às famílias que passeiam ao longo do rio, aos madrugadores que fazem jogging (muitos) e às canoas que cruzam as águas antes de regressar ao hotel com a sensação que isto não é assim tão diferente de Lisboa (ok, excepto o céu cinzento. Era incapaz de viver aqui, não há luz suficiente, as cores de tudo parecem esbatidas, dos edifícios aos carros à cara das pessoas, falta-lhes alegria, não falo de alegria dos copos – dessa vi alguma ontem à noite – mas da alegria que só o sol dá).









sábado, 12 de março de 2011

Em Londres (I)

Chego a Londres e… está a chover (what a surprise!...).
Primeira etapa: alugar um carro. Só então é que nos cai a ficha. Conduzir pela esquerda!!! É claro que não vou eu a conduzir, vai o chefe, havia de ser bonito, conduzir pela direita já é o que é, quanto mais… Mas ele não faz melhor figura, primeiro que atine com as mudanças é um castigo, as rotundas são um atrofio, e eu vou sempre com os dois pés fincados no chão do carro, fosse aquilo o pedal do travão e não andávamos nem dois metros.
Segunda etapa: chegar ao centro da cidade (ou lá perto) e arranjar um sítio para dormir. Passamos a ponte sobre o rio (não sei qual, amanhã descubro) e logo ali um hotel com ar razoável e, luxo dos luxos, com parque de estacionamento privativo. Está feito.
Terceira etapa: fazer o check-in. Esta merece uma rubrica própria, porque demorou quase uma hora (e não estou a exagerar), a senhora da recepção só faltou perguntar-nos a cor das cuecas.
Quarta etapa: Jantar. Dica para totós – aqui, a maioria dos restaurantes só serve jantar até às 9 da noite (vá… 10, com jeitinho), depois dessa hora, só há uma alternativa: comida indiana. Parámos no primeiro restaurante que nos apareceu à frente, e não sei se foi o facto de serem onze e meia da noite, mas a comida estava muito saborosa, e soube-me bem aquele momento de calma num ambiente intimista, sentada junto ao vidro que me separava da rua, enquanto via passar os autocarros de dois andares (que de típico já só têm a cor vermelha) e os táxis (que mesmo sendo modelos mais recentes, mantém a magia que me habituei a ver nos filmes). Até a minha visão sonhadora ser interrompida por um grupo de putos que se colou ao vidro do restaurante a cuspir (mesmo) baboseiras, podres de bêbados à boa maneira britânica. 
Welcome to London.

Juntar a família

O voo é só à tarde, mas vamos para Lisboa mais cedo para matar saudades da família e para a mãe deliciar-se com a neta. É impressionante como os bebés mudam tanto em poucas semanas, como crescem, como as feições ficam mais definidas. O sorriso dela é arrebatador. O da mãe a contemplá-la é ainda mais.
Almoçamos todos juntos no rodízio brasileiro, uma espécie de festa de aniversário atrasada. O mesmo que o ano passado. Mas desta vez sem mágoa nem coração apertado. Só uma família grande e barulhenta e divertida. A minha. 

Os próximos cinco dias...

... serão passados por aqui...

sexta-feira, 11 de março de 2011

Momento (CXLI)

Jantar oriental com o V. e a R. para pôr a conversa em dia e ouvir algumas histórias de Praga, seguido de cinema, é sempre um bom programa. Ver o Adjustment Bureau já é outra conversa. A semelhança com o Bourne acaba no actor. E compará-lo com o Inception é quase uma ofensa (ele diz que é um filme fofinho… o que não é grande elogio…).

quarta-feira, 9 de março de 2011

Um clássico...

Esta música. Este filme.

Louis Armstrong
"La vie en rose"
(Jeux D'Enfants OST)