"O meu anti-depressivo de eleição: comprar botas.
Tem a vantagem de se poder misturar com álcool."
"Passou tudo tão depressa / nunca te falei de mim / o que digo não importa / o que sinto talvez sim."
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sábado, 12 de janeiro de 2019
terça-feira, 1 de janeiro de 2019
Com uma vénia (XXXIII)
"Aprendi que aquilo que nós esperamos é mudar de vida, não de ano. Porque muda o calendário mas não muda mais nada se nós não mudarmos aquilo que precisamos e merecemos mudar.
Acredito que a atitude certa para entrar num novo ano, como num novo mês, numa nova semana ou num novo dia, é saber aceitar, é saber esperar, é aprender a praticar como lema de vida uma frase que trago sempre comigo: «duas coisas nos definem: a nossa paciência quando não temos nada, e a nossa atitude quando temos tudo.» Por isso, seja no dia 1 de Janeiro, de Fevereiro, de Setembro ou de Dezembro, a mudança começa sempre em nós. E nada muda se nós não mudarmos primeiro."
Acredito que a atitude certa para entrar num novo ano, como num novo mês, numa nova semana ou num novo dia, é saber aceitar, é saber esperar, é aprender a praticar como lema de vida uma frase que trago sempre comigo: «duas coisas nos definem: a nossa paciência quando não temos nada, e a nossa atitude quando temos tudo.» Por isso, seja no dia 1 de Janeiro, de Fevereiro, de Setembro ou de Dezembro, a mudança começa sempre em nós. E nada muda se nós não mudarmos primeiro."
segunda-feira, 31 de dezembro de 2018
quarta-feira, 14 de março de 2018
domingo, 31 de dezembro de 2017
Não fazer planos
Deixei há muito de fazer balanços anuais, muito menos planos ou promessas para um ano novo que começa no dia a seguir, um dia parecido com o anterior (só que de ressaca). Prefiro cada vez mais viver um dia de cada vez. Já aprendi, e continuo a aprender, que não posso mudar o passado, e não posso controlar o amanhã (por muito que continue a tentar). Resta-me o hoje, sempre o hoje. Resta-me fazer o que está ao meu alcance para ser feliz, todos os dias. Porque a felicidade são momentos. Só peço para continuar a tê-los, para saber criá-los na confusão das horas que passam, e percebê-los na beleza dos pequenos pormenores que me rodeiam. Só peço saúde para ver crescer feliz o meu maior tesouro. E para continuar a sentir, sentir tudo. Amor, carinho, alegria, gratidão. Raiva e tristeza se tiver de ser. Que me ensinem alguma coisa e me façam crescer. Ficar mais forte e mais segura de mim.
Recebo 2018 com uma ponta de esperança contida. Seguindo a tradição dos anos pares, é de esperar que algo extraordinário aconteça. Tendo em conta como foram os últimos anos, devia ser algo bom (fodasse, tem obrigação de ser muito bom...). Mas não quero perder tempo a pensar nisso. Prefiro esperar sem grandes expetativas pelo amanhã. Sabendo que faço, todos os dias, o que posso para tornar o meu ano inesquecível. Ou pelo menos, feliz.
segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
sábado, 2 de dezembro de 2017
"É pela vida que se chega a esse ponto de identificarmos o que é que não é para perceber. Que algumas perguntas têm mesmo de ficar sem resposta, sem que isso signifique abdicar da capacidade de ler o mundo, de registar. Tem de se passar pelas muitas declinações do inconcebível. A parte boa é que, sobrevivendo ao inconcebível, há algo em nós que é invencível. Haja vida em nós, esse dado invencível. Com alguma sorte, conservamos alguma inocência, Com alguma sorte, aprendemos a ganhar distância. Com alguma sorte, transformamos numa fortaleza serena a possibilidade permanente de nos (des)iludirmos. Haja as perguntas que houver, que haja sempre um lugar que seja seguro. Um lugar qualquer onde chegamos, respiramos fundo, dizemos baixinho deixa lá e, sem que saibamos como, está tudo bem tal como está, nesse lugar que para nós for seguro."
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
Interiorizar
sexta-feira, 17 de novembro de 2017
quinta-feira, 9 de novembro de 2017
quarta-feira, 8 de novembro de 2017
Recordar (IV)
Lembro-me que quase chorei a primeira vez que vi este anúncio da Optimus.
Tenho um fascínio por publicidade assim, capaz de comover uma pessoa...
sexta-feira, 25 de agosto de 2017
Com uma vénia (XXIX)
"Sempre ouvi dizer que a felicidade é "contentar-se com pouco". Que aquele que se contenta com pouco, é feliz. Percebi que isso não é verdade, de forma alguma. É impossível ser-se feliz ao tentar contentar-se com pouco. A felicidade, como a vejo agora, é pôr em prática quem somos interiormente, a nossa natureza. A felicidade é ser quem somos - nem pouco, nem muito, mas o todo.
"É feliz porque não pede muito", dizem. Que erro! Aquele que é feliz, que sente felicidade dentro (e fora) de si está cheio - tão cheio que parece que transborda. Ele não se contenta com pouco, ele contenta-se com muito. Muito, muito, muito!
Pode, aos olhos dos outros, ter pouco - talvez não tenha uma grande casa, nem carro, não ande vestido com as últimas modas, talvez viva sozinho, talvez repita todos os dias a mesma rotina. Mas se esses dias forem o espelho do que está dentro desse indivíduo, se a sua natureza se poder manifestar em tudo o que faz, então o seu contentamento é genuíno e enorme e esses dias serão certamente dias de celebração.
Ninguém se contenta com pouco. Só se esse pouco for muito."
"É feliz porque não pede muito", dizem. Que erro! Aquele que é feliz, que sente felicidade dentro (e fora) de si está cheio - tão cheio que parece que transborda. Ele não se contenta com pouco, ele contenta-se com muito. Muito, muito, muito!
Pode, aos olhos dos outros, ter pouco - talvez não tenha uma grande casa, nem carro, não ande vestido com as últimas modas, talvez viva sozinho, talvez repita todos os dias a mesma rotina. Mas se esses dias forem o espelho do que está dentro desse indivíduo, se a sua natureza se poder manifestar em tudo o que faz, então o seu contentamento é genuíno e enorme e esses dias serão certamente dias de celebração.
Ninguém se contenta com pouco. Só se esse pouco for muito."
domingo, 20 de agosto de 2017
sábado, 15 de julho de 2017
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Querer (de coração)
«Quero que sejas livre mas que voltes sempre para mim. Por tua escolha, não por tua obrigação. Quero que sejas forte para suportares as maldades da vida, mas sensível ao mesmo tempo para que não lhe percas o encanto e o gosto. Quero que tenhas força para não deixares que te desrespeitem e serenidade para saberes perdoar quem merece. Quero ensinar-te que não é a cor da pele de uma pessoa, nem o que ela tem no bolso que a define assim como quero que saibas que um corpo tatuado em nada revela o interior de alguém. Quero que vejas as cores das coisas e que saibas pô-las preto no branco quando é preciso. Quero saber deixar-te ir desde que saibas que podes sempre, sempre voltar. Quero que tenhas a melhor das vidas e quero que sejas feliz. Sei que vais ter o teu próprio caminho, que muitas vezes vou ser eu a aprender contigo, que vou ter de aprender a ter saudades tuas e vou ter de saber ver-te cometer erros... faz parte. Quero ensinar-te que "obrigado", "por favor" e "amo-te" são as palavras mais importantes do mundo. Quero ensinar-te a não teres vergonha de falar de amor e dizer-te que os rapazes também choram e não há nada de mal nisso. Quero que sejas aquilo que quiseres e quero aplaudir atentamente todas as tuas vitórias. Quero que vivas com a certeza de que és amado. Com todas as forças. E que embora isso não seja suficiente para te impedir de sofrer, que seja suficiente para saberes que nunca te vai faltar abrigo.»
| carolina deslandes |
| carolina deslandes |
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
Com uma vénia (XXV)
"Quantos anos tenho?
Tenho a idade em que as coisas são vistas com mais calma, mas com o interesse de seguir crescendo.
Tenho os anos em que os sonhos começam a acariciar com os dedos e as ilusões se convertem em esperança.
Tenho os anos em que o amor, às vezes, é uma chama intensa, ansiosa por consumir-se no fogo de uma paixão desejada.
E outras vezes é uma ressaca de paz, como o entardecer em uma praia.
Quantos anos tenho?
Não preciso de um número para marcar, pois meus anseios alcançados, as lágrimas que derramei pelo caminho ao ver minhas ilusões despedaçadas…Valem muito mais que isso.
O que importa se faço vinte, quarenta ou sessenta?!
O que importa é a idade que sinto.
Tenho os anos que necessito para viver livre e sem medos.
Para seguir sem temor pela trilha, pois levo comigo a experiência adquirida e a força de meus anseios.
Quantos anos tenho? Isso a quem importa?
Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e o que sinto."
(estou á procura do autor)
Tenho a idade em que as coisas são vistas com mais calma, mas com o interesse de seguir crescendo.
Tenho os anos em que os sonhos começam a acariciar com os dedos e as ilusões se convertem em esperança.
Tenho os anos em que o amor, às vezes, é uma chama intensa, ansiosa por consumir-se no fogo de uma paixão desejada.
E outras vezes é uma ressaca de paz, como o entardecer em uma praia.
Quantos anos tenho?
Não preciso de um número para marcar, pois meus anseios alcançados, as lágrimas que derramei pelo caminho ao ver minhas ilusões despedaçadas…Valem muito mais que isso.
O que importa se faço vinte, quarenta ou sessenta?!
O que importa é a idade que sinto.
Tenho os anos que necessito para viver livre e sem medos.
Para seguir sem temor pela trilha, pois levo comigo a experiência adquirida e a força de meus anseios.
Quantos anos tenho? Isso a quem importa?
Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e o que sinto."
(estou á procura do autor)
terça-feira, 2 de agosto de 2016
Mas por maior que fique...
... nunca irei conseguir fotografar assim...
(Sou apaixonada por fotografia por isto, esta possibilidade de captar pequenos momentos que ficarão preservados para a posteridade, imagens cristalizadas no tempo para que a memória nunca se perca... e consigo ficar estupidamente comovida a olhar para os pormenores de cada uma destas imagens, de tão bem captadas que estão...).
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
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