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sábado, 28 de novembro de 2015

domingo, 7 de dezembro de 2014

Nova paixão (VIII)


Li sobre este molho de queijo e iogurte com ervas e pepino num post do FB, fui comprar e fiquei viciada. Isto deve fazer tão mal como o bem que sabe, mas só me falta comê-lo às colheradas...

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

terça-feira, 25 de novembro de 2014

domingo, 5 de outubro de 2014

Aventurar(-me)

Experimentei fazer esta receita para o jantar, juntei uma batata doce às rodelas finas só para ficar mais rica, e... adorei...


(Ainda não se pode dizer que seja uma apaixonada por cozinha... mas ando a esforçar-me por tirar prazer daquela hora passada de volta dos tachos, sem estar a pensar que é tempo perdido e que podia estar a fazer tantas outras coisas).

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Compensar

Iogurte de pêssego e maracujá, muesli, sementes de linhaça, bagas goji, sementes de chia e fisális (que o meu sogro costuma deitar fora às mãos cheias, porque diz que a planta é uma praga no jardim dele). Isto é o máximo que consigo fazer de pequeno-almoço saudável. Para compensar o copo de leite e a fatia de bolo do costume.

(Dormir sozinha é uma merda...)



sábado, 19 de julho de 2014

À moda antiga

Festa de anos tem tarte salgada e torta doce, tem frango assado e batatas fritas de pacote, tem bolinhos e patés, mousse de chocolate e gelatinas, minis geladas e limonada. Tem arco de balões para tirar fotografias e a paixão mais recente do aniversariante: pandas (se não podes vencê-los, junta-te a eles...).
Tem a família e os amigos todos juntos, uma algazarra de crianças (as meninas guincham tanto, credo...) e um quarto de brincar que parece uma batalha campal.
Tem o espanto e a alegria de um bebé (quando é que deixarei de achá-lo um bebé?) por ser o centro das atenções, e a animação genuína de quem sente orgulho de ver crescer assim.





sábado, 1 de março de 2014

Não prometo nada

A culpa disto é da Catarina. Acompanhei pelo blog, desde o inicio, a mudança de hábitos (mudança de vida mesmo) que levaram a menos quinze quilos e um ar mais feliz. Entretanto fiz o workshop de cozinha vegetariana, mais porque era de uma amiga do que por real interesse em mudar de tipo de alimentação. Depois li o livro da Catarina em duas noites, absorvida pela escrita doce tão familiar mas acima de tudo pela coragem de fazer (e tornar publica) a viagem interior que a levou a tomar a decisão de comer melhor (realmente o titulo do livro é enganador, não tem nada a ver com dietas). E no fim do livro aparece um conjunto de receitas que devem ser mesmo boas, e me deixaram com vontade de experimentar. E pronto, foi assim que ganhei coragem para comprar o tofu e mais uns sacos cheios de coisas verdes e saudáveis. 



Não é para perder peso, porque os dois quilos a mais com que fiquei depois da gravidez só ainda aqui andam devido à minha preguiça crónica, bastava voltar a saltar à corda três vezes por semana e desapareciam num instante... mas... não tenho tido tempo... Não vou deixar de comer carne, nem bolachas Oreo, nem bolo de chocolate (ou do que quer que seja), mas se puder fazer refeições mais saudáveis para toda a familia, agora que Peter Pan já come o segundo prato connosco, acho que ficamos todos a  ganhar.
Por tudo isto, hoje o jantar foi abóbora, batata doce e alho francês assados no forno, com tomilho, mel e laranja (e pernas de frango assadas) e amanhã temos bolonhesa de tofu.



sábado, 8 de fevereiro de 2014

Aprender

Hamburguers de lentilhas vermelhas e grão, com molho tártaro; seitan com cogumelos Paris e molho de natas de soja; roupa velha com tofu; esparguete com bolonhesa de soja; e abóborassada com alecrim e sementes de papoila. 






sábado, 3 de agosto de 2013

Hoje é dia de festa...

Tínhamos pensado seriamente em não fazer festa de aniversário para Peter Pan, este ano. Mas depois reconsiderámos, e apesar de sabermos que ía ser uma ocasião mais para nós do que para ele, que quer é sopas (ou fruta, ou bolachas, ou areia, qualquer coisa que possa comer) e descanso, decidimos que sim, que queríamos juntar a família e os amigos mais chegados e festejar como deve de ser este primeiro ano do nosso pequenino. Fiz uma lista de convidados e uma lista de compras e ontem à noite andei feita barata tonta a fazer gelatinas e patés, mousse de chocolate, quiche e queques e pudim, enquanto ele e a Paula davam aos pulmões a encher mais de sessenta balões porque eu inventei que queria fazer uma espécie de photobooth com um arco de balões, para irmos tirando fotos de Peter Pan com todos os convidados.
Apesar de algumas faltas de peso (os meus irmãos não puderam vir, as minhas afilhadas também não, e tu, faltas-me sempre tu nestes dias, para te derreteres como o resto dos avós e as bisavós, não é a mesma coisa estares a ver ao longe sem poderes tocar nele e pegá-lo ao colo...) conseguimos um ambiente alegre com muita brincadeira para os putos e toda a atenção para Peter Pan que andou de colo em colo, bem-disposto e nada incomodado com tanta agitação e tantas pessoas à volta dele. Até o bolo de aniversário que eu orgulhosa fiz questão de fazer, depois de o recheio de mousse de chocolate branco ter começado a derreter por todo o lado, acabou por ficar com bom aspecto e ainda melhor sabor.






terça-feira, 14 de junho de 2011

Se continuar assim, qualquer dia não ando, rebolo...

Chanfana de carne de Bravo do Ribatejo, grelos salteados, feijão com bacon, carne com pêras cozidas em vinho tinto e canela, arroz de ervas aromáticas, açorda alentejana, almôndegas com cogumelos selvagens, migas de pão de milho e couve. Tudo maravilhosamente bem confeccionado por uma senhora simpática de aspecto bonacheirão, no jantar surpresa de aniversário do meu sogro.







(E fiquei a saber que aos sábados à noite tem espectáculo de sevilhanas...).

terça-feira, 7 de junho de 2011

Sonho (VII)

Depois da caixa de merendas que ele trouxe do supermercado...


(e ainda há bolo de limão do fim-de-semana... assim não vais lá...).


Depois da tarte de atum com grelos,


do vinho de Trás-os-Montes e da conversa sobre os ratatás "um dia destes ato uma cinta a um deles e arrasto-o pelo Ent. todo... ainda se fossem carros de jeito, agora Opel Corsa cheio de chunning...".

Depois de aprender a fazer granny squares para começar uma manta nova (mais pequena, mais fina, em linha, para uma bebé... um dia... sei lá eu...)...


... sonhei que ele chegava a casa e me convidava para ir aos Açores. Corrijo: passei a noite a sonhar que ía para os Açores, desde o momento em que ele entrou em casa e disse "faz a mala", até chegar ao aeroporto e ficar a olhar para o painel de informação das partidas, fascinada, como fico sempre que imagino todas as possibilidades que cada um daqueles nomes encerra.
Acordei cansada. Preciso mesmo de férias.

(E desde ontem que só vejo grávidas à frente...)

terça-feira, 10 de maio de 2011

Breves considerações (III)

Foi preciso chegar aos 33 anos (e passar mais tempo com ela num mês do que passei nos últimos oito anos) para fumar à frente da minha mãe. O meu irmão mais novo fartou-se de rir, diz que assim já não é o único vândalo da família. Evitei até ao limite, mas chegou a uma altura que já não fazia sentido, ainda por cima eu vinha  para a rua fumar e ela vinha plantar-se ao meu lado a conversar naturalmente.
Agora só diz que, como sou fumadora, tenho de me alimentar bem por causa dos pulmões...

Fiquei com sentimentos contraditórios em relação à Leica. Quando o curso começou e o formador espalhou em cima da mesa o material fotográfico, lancei em tom de desafio "Mas afinal a que se deve a mística da Leica?". Disse-me para pegar nela, para lhe tocar, para ver a precisão de focagem, as escalas de medição todas inscritas na máquina. Quase me convenceu. Depois perguntei-lhe (avisando logo que era uma pergunta muito indiscreta) quanto tinha custado. Pois. Caiu-me tudo ao chão (menos a Leica, claro, essa estava bem segura nas minhas mãos). Dois mil... contos... há quinze anos atrás... Ok eu compreendo que é a diferença entre um Rolls Royce e uma 4L, mas... não sei, se calhar tinha de encontrar algum louco que me emprestasse a sua, me deixasse tirar um rolo de fotos para eu ver com os meus olhos a qualidade da imagem (a porra toda era se eu ficasse mesmo deslumbrada..).

Soube ontem que a minha sobrinha, com 4 meses, é louca por sopa. A C. diz que ela gosta mais de sopa do que de iogurtes ou fruta. A hora da refeição passou a ser um sprint de colherada atrás de colherada, sem tempo para respirar, que o pequeno embrulho começa a refilar se a mãe pára. Tenho tanta pena de não a ver crescer...

Há muito tempo que um bolo não me ficava tão bonito...


(Adenda: está bonito mas está mal cozido... parece borracha... raismapartam se eu não vou enfiá-lo de novo no forno... intragável já ele está, não deve ficar pior...)

sábado, 30 de abril de 2011

Divagações antes de me ir agarrar aos tachos

Ele gostava que eu gostasse de cozinhar. Eu gostava que ele gostasse de viajar. Depois de tantos anos achamos que ainda é possível mudar o outro. Não é. Somos como somos. Temos de o aceitar.
Entre tudo o que não se diz (e ele ontem comentou que tinha ido almoçar ao Porquinho, e voltou tudo de enchurrada, as consultas, as esperas, as desilusões...) hoje disse-me que precisa de um escritório/oficina. Das duas uma, ou trocamos de casa ou forramos o sotão e pedimos mais uma linha de net. A segunda opção é a mais viável. E tanto que fica por dizer...

Amanhã tenho cá a trupe toda a almoçar. E digo toda porque é mesmo toda, os dois irmãos, a cunhada, os dois sobrinhos e ainda o primo F. e a namorada. A mãe não sabe de nada, vai chegar a pensar que é um almoço normal cá em casa, o habitual, e vou recebê-la à porta com a neta (dela), (e ele vai estar de máquina fotográfica em punho, atrás de mim, porque a cara que ela vai fazer quando vir o pequeno embrulho no meu colo vai ser priceless - é triste mas não me lembro do equivalente em português...). Adoro fazer estas coisas. Ver a cara da minha mãe apanhada de surpresa, proporcionar-lhe momentos de felicidade que ela vai recordar com carinho, porque ela merece todos os momentos felizes que eu lhe conseguir dar.

E assim, eu que não gosto de cozinhar, vou passar a tarde (na verdade, só tenho 1 hora...) a fazer sopa, um bolo, uma sobremesa que leve leite condensado e bolacha Maria (ainda não sei o que há-de ser, mas o Google é amigo...) e 3 rolos de carne para amanhã.
E só tenho uma hora porque às 5 há caracóis em casa dos Pekeninos, feitos pela nossa Paula. Mágoas vão ser carpidas. Gargalhadas vão soltar-se pelas frases mais disparatadas. As duas pequenas princesas vão ser açambarcadas de beijos e abraços. Olhares de cumplicidade vão ser trocados. Os laços de amizade que nos unem apesar da distância e das vidas atarefadas, vão ser alimentados e cuidados, como merecem.

E falta a S. e a minha afilhada amorosa, que devem chegar amanhã à tarde e ficar para jantar, com muitas minis à mistura porque uma conversa sobre ir viver para França durante um ano ou dois tem de ter alcoól à mistura. O assunto é sério e as dúvidas são muitas (para ela, claro, que eu não pensava duas vezes...). 

Tudo isto depois de termos despachado uma garrafa de vinho branco ao almoço (se calhar por isso é que me estou a esticar aqui, já não acontecia há séculos...).

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Aleaoriedades (II)

Depois de 9 anos convencida que era a super-mulher e que para além de trabalhar ainda tinha de manter a casa a brilhar e a roupa sempre impecável (não falo em cozinhar porque houve uma altura em que nos vinham trazer o jantar a casa todas as noites), admiti finalmente recorrer aos serviços da engomadoria ao fundo da rua. Um pequeno passo para o Homem, um passo gigante para o meu descanso. Isto tudo porque o meu regresso foi brindado com qualquer coisa como "não tinha nada passado a ferro, por isso fui comprar roupa"... (nunca me tinha ocorrido esta desculpa).

Voltei aos quadrados de lã, agora com o trabalho facilitado porque a mãe usa-os como terapia ocupacional (e fá-los à velocidade da luz). Um monte de cores desgovernadas que serão (um dia) uma manta alegre e quente para as noites em frente à lareira.


A lista de filmes vai-se acumulando porque não consigo decidir o que ver primeiro. Então deixo-os ficar adormecidos pelas horas que roubo à noite, ao som de chillout e entre páginas de viagens sonhadas em vez de sonos sem sonhos.

Voltei ao forno para um bolo de maçã com canela, um retomar de ritmos que uma semana fora e outra anormalmente cheia de trabalho baralharam.


Faço experiências com a câmara e vejo o que me rodeia com outros olhos. Questiono a história que uma imagem pode contar. E tenho vontade de tentar o P&B. Ainda não consigo brincar com a luz, ela escapa ao meu esforço de aprisioná-la num momento. Mas estou a aprender a seduzi-la.

Devo ser a única pessoa que ainda não viu o Sexo e a Cidade 2.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Aos poucos...

... retomo as rotinas que me dão segurança.
As bichezas tresloucadas já guincham quando nos ouvem entrar em casa. Comem feno como se não houvesse amanhã. E correm e saltam como se estivessem a ter ataques de epilepsia.
Recebo um saco cheio de pêras Rocha e maçãs Bravo de Esmolfe que me enchem a cozinha com um aroma caseiro e bom.
Faço um jantar improvisado, empadão de arroz de cenoura com um resto de frango de cerveja desfiado, linguiça, muita cebola e pickles, tudo ao molho. E um bolo grande e fofo.

Troco as flores do arranjo que recebi no aniversário para uma jarra, para tentar manter a beleza delas por mais uns dias.

E acendo uma vela no hall de entrada, só para poder ver a luz quente do meu lugar cativo no sofá.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Inspiração (V)

Tarte de carne picada com grelos e muito queijo.
Bolo de chocolate mal cozido (o termo certo sería pudim, mas muito bom) com gelado.
Sem pressas. Ao som de Sinatra.

E a primeira de muitas caixas até ao Ano Novo.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Inspiração (IV)

Tarte folhada de maçã com canela, chocos com couve e cenoura em juliana, e três mini-folhados de salsicha, milho e cogumelos que consegui fazer com os restos da massa folhada da tarte.
Ultimamente só encontro paz no silêncio de casa. Silêncio mesmo, sem rádio ou televisão ligados, sem música nem sons da rua. Foi neste silêncio que cozinhei até à hora de correr para as aulas. A única hora e meia de calma em todo o dia.
Faz-me falta enroscar-me no sofá, os estores baixos para filtrar a luz, a casa silenciosa e o tempo parado na certeza de não ter nada mais para fazer, nenhum sítio onde ir, ninguém para atender.
Ficar só assim, quieta, muito quieta, até perder a noção das horas e a consciência do corpo e abandonar as forças que já acho tão poucas.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Nova paixão (III)

... com marmelada.

sábado, 28 de março de 2009

Eu não aprendo (II)

Acordo com uma dor nas costas que me faz dobrar sobre o meu corpo à procura de alívio.
Depois de me pendurar numa porta para "esticar" as vértebras, o mais natural sería ir deitar-me no sofá a implorar por uma massagem.
Vou para a cozinha fazer cannelonis de atum com legumes no forno, pudim de ovos e bolo de laranja com molho de chocolate. Devia ter ficado quieta. Hoje não há saltos altos para ninguém...