sábado, 26 de janeiro de 2013

A primeira "palavra"...

... de Peter Pan não foi mama nem papa. Foi pozé.
Agora, de cada vez que falamos com ele ("Quem é o amor grande da mãe? És tu!!!!") a resposta é pozé (e eu derreto-me de tanto amor...).

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

... e velhos hábitos

Procurar videos de dança no youtube.





(Todos do So You Think You Can Dance)

Novas rotinas...

Sair do trabalho a voar numa ânsia cega para ir buscar Peter Pan e abraçá-lo. Chegar a casa, tirar-lhe o casaco e dar-lhe de mamar. Percorrer a casa com ele ao colo, fechando as persianas pelo caminho, enquanto espero que arrote. Sentarmo-nos no sofá com um livro à frente, e ir lendo enquanto tento impedi-lo de meter as folhas na boca. Perceber os sinais de sono nas mãos gorduchas que esfregam os olhos, ou no beicinho e na cara esfregada no meu ombro. Pôr-lhe a chucha, encostá-lo a mim, embalá-lo até adormecer. Deitar-me no sofá com ele envolto nos meus braços. Ficar a ouvir-lhe o som amoroso do chuchar. Encostar o nariz aos cabelos louros e ficar a cheirá-lo até me sentir também a apagar. Saborear a sesta de meia hora no calor do corpo do meu filho encostado a mim.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Tao depressa não me meto noutra...

A minha cunhada está a finalizar o quarto da L. e disse que não encontrava um candeeiro de tecto giro para ela. Aqui a madrinha babada começou logo a imaginar coisas, e vai de comprar um abajour simples e enchê-lo de flores e missangas e uma barra em crochet. Em vez de ver filmes. Ou melhor ainda, em vez de dormir. Eu já tinha dito que depois do quadro dos balões ía ficar quieta, mas fico tão feliz ao imaginar a cara de alegria da minha princesa rechonchuda quando vir isto cheio de mariquices como ela gosta.




sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Seis meses de tanto amor





Tinha este ideal imaginado de posts maravilhosos carregados de frases arrebatadoras sobre este amor. Já tentei colocar em caracteres este sentimento que vai crescendo e moldando o meu ser todos os dias. Não consigo. Não há palavras que consigam descrever o que sinto quando olho para o meu filho. Quando o vejo sorrir para mim. Quando lhe cheiro a pele quente e lhe beijo as mãos macias. Quando me deslumbro com cada som, cada gesto, cada nova gracinha. Guardo para mim esta comoção constante por tê-lo, por ser meu. O meu filho adorado. O meu sonho concretizado. A minha benção.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013