segunda-feira, 30 de abril de 2012

sábado, 28 de abril de 2012

No Alentejo (II)...

... visitamos a Ovibeja pela primeira vez. Estava à espera de algo mais rústico, do tipo chão de terra batida e muito cheiro a estrume. Mas afinal é uma Feira normal, com pavilhões cheios de stands de bancos, quinquilharias e tasquinhas de comida regional. Não fosse o pavilhão de exposição das aves, o picadeiro dos cavalos, o pavilhão dos bovinos e ovinos (que eles percorreram a falar em bife grelhado...) e muitos tractores luzidios para venda, aquilo podia ser uma Feira de outra coisa qualquer.
Mas valeu a pena pela bola de carne, o pão de azeite com bacon e a caixa de bombocas de vários sabores que trouxémos para casa.









Ele ainda me chamou a atenção para umas t-shirts personalizadas que estavam à venda, com uma frase do género "Os meus pais são fantásticos, os meus avós são simpáticos, mas a minha Tia... é podre de boa", uma boa homenagem à Paula, mas achei que as duas tias oficiais de Peter Pan eram capazes de não achar muita piada...

sexta-feira, 27 de abril de 2012

No Alentejo...

... depois de uma viagem de 3 horas com Peter Pan a não dar descanso de tantos pulos (sem contar com duas idas a Lisboa, acho que há seis meses que não me afastava tanto de casa...), matamos saudades e ficamos felizes por senti-la feliz e realizada.
Comemos polvo à lagareiro e ouvimos histórias mirabolantes de quem tem de ver (e aturar) de tudo.
Vemos um filme (eles viram, eu adormeci no primeiro quarto de hora...) e sentimo-nos em casa.

Resolver a questão

Se Maomé não vai à montanha, vai a montanha a Maomé. Que é como quem diz, se a Paula não me vem ver grávida, eu levo a minha barriga a visitar a Paula.

Sentir (muito)

Esta manhã, enquanto lutava contra a falta de posição confortável, na esperança de conseguir mais meia hora de sono que fosse, a minha barriga parecia o rabo de uma dançarina de salsa, tal era o chocalhar lá dentro. Peter Pan já não se manifesta com movimentos suaves só sentidos se estiver sossegada e atenta. Não, Peter Pan está cada vez maior e mais forte e parece ter ataques de loucura furiosa, principalmente quando me deito na cama, à noite.
Ele diz que "até me arrepiava todo se tivesse alguma coisa a mexer assim dentro de mim. Isso é um bocado creepy, parece o Alien...". Eu respondo que sim, é um bocado estranho, e se não soubesse o que era, me ía parecer coisa demoníaca. Mas sabendo que é um ser humano minúsculo mas completo que mexe dentro de mim, e que isso significa que ele está bem e a crescer, só gostava de poder vê-lo. A sério, adorava ter uma nanocâmara de vídeo dentro da barriga que me permitisse ver que toques e puxões e esticões são estes, que movimentos ele está a fazer e se afinal estou a levar murros ou pontapés (esta manhã tenho a certeza que era tudo ao mesmo tempo).

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Embalar(-te) (III)

Os Azeitonas 
"Anda comigo ver os aviões"