quinta-feira, 30 de abril de 2009

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Espírito de contradição

Numa altura em que toda a gente se começa a preocupar com a linha para caber no biquini de Verão, eu janto waffles de chocolate (suiço).

Magnólia

Lembrei-me deste filme quando saí de casa às 3 da manhã, em calças de pijama e com o primeiro casaco que apanhei do bengaleiro (dele, com o qual fiquei a parecer um pinto calçudo), e percorri as ruas vazias à procura de uma farmácia de serviço que me vendesse uns emplastros para aliviar os espasmos musculares com que ele acordou (e me acordou). Nem um carro a passar, nem sequer um cão vadio. Ninguém. Parecia que a vida tinha abandonado todos os lugares que estou habituada a ver movimentados e barulhentos.

terça-feira, 28 de abril de 2009

domingo, 26 de abril de 2009

No Douro...

... deixam-nos espreitar como que vai ser um jantar numa adega de Vinhos do Porto,



...e fazemos a prova de vinhos da praxe...


... à nossa espera , uma viagem a Outros Tempos, com as suas casas de pedra recuperadas, os objectos do tempo da avozinha, a simpatia e hospitalidade dos donos e as refeições tomadas em família, na mesa comunitária...

... abrimos as cortinas da Casa do Penedo e somos invadidos por uma paz que nos chega da vista indescritível dos campos cultivados e do som do silêncio...


... e não é todos os dias que temos a oportunidade de visitar uma escavação arqueológica com explicações do próprio arqueólogo-chefe (que também tem um excelente gosto para vinhos). Quem disse que os arqueólogos e historiadores são uns chatos?

... ainda é possível ver como eram construídas as casas e ruas dos nossos antepassados, e imaginar como viveríam...

... e admirar o trabalho de recuperação de quem não deixa morrer o nosso património (mesmo que isso implique combinações de cores duvidosas, para manter o traço original).


Obrigado pelo convite.

sábado, 25 de abril de 2009

No Pinhão...


... pedimos para almoçar às 3 da tarde e aceitam com simpatia. Trazem pão e um aperitivo, alheira e vinho da casa, e sem nos perguntarem nada, trazem chanfana e ensopado de cabrito e "um bocadinho de feijoada para provarem". Tiro uma garfada da fatia de bolo borrachão dele, porque não sou capaz de comer mais.


... Entramos na Loja de Vinhos da Estação "só para ver" e saímos com uma garrafa seleccionada e velas com cheiro a magnólia e laranja (iguais às que vi depois no Museu do Douro a 31€, enquanto eu paguei 8€)

... Passeámos de mão dada pela acolhedora e bem-preservada estação de comboios...


... e descemos em direcção à "marina", já descontraídos depois de uma manhã que não correu como o previsto.

Amanhecer violento (II)

Deixei a mala pronta, programei o despertador para as 6 da manhã, até imprimi o mail com as instruções para chegar a Armamar. Eu tentei mas o meu corpo não me obedeceu. Não me lembro de ouvir o despertador nem de o desligar, apaguei de cansaço e só às 8 e meia o senti a tocar-me de mansinho "estamos atrasados".
Já não valia a pena andar a correr, não íamos a tempo da subida do Douro, de barco, mas chegávamos a tempo do almoço. Só não esperávamos demorar 5 horas e meia para chegar a Pinhão, porque o carro lembrou-se de entrar em modo de segurança, e não passava dos 100 à hora (p#%$ da centralina!).