"Passou tudo tão depressa / nunca te falei de mim / o que digo não importa / o que sinto talvez sim."
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
domingo, 5 de fevereiro de 2017
Embalar(-me) (XLVI)
"Fools Who Dream"
La La Land Soudtrack
Uma sala de cinema só para mim e três outros gatos pingados. A beleza visual e a mestria da captação da luz. A banda sonora que arranca sorrisos, mas não faz vibrar. Um ligeiro desapontamento por não sentir tanta magia como esperava.
(Decididamente, não chega aos pés do Moulin Rouge...).
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terça-feira, 3 de janeiro de 2017
Fazer pensar (II)
One Republic
"Let's Hurt Tonight"
(Collateral Beauty OST)
"What is your why? (...)
Love, time, death. Now these three things connect every single human being on earth. We long for love, we wish we had more time, and we fear death."
Amor. Tempo. Morte. As abstrações que ligam tudo o que existe. O "porquê". De todas as ações e decisões que tomamos. A beleza colateral.
É o meu "Tudo acontece por uma razão".
(Passei o filme com um nó na garganta e não aguentei as cenas relacionadas com a morte de um filho, num filme comovente e muito mais forte do que imaginava).
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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
Deliciar(-me)
Sing
O primeiro filme de Peter Pan no cinema foi um sucesso, não se assustou com o som alto, adorou as músicas, e só não desfrutou tão bem da segunda parte por já estar saturado de estar parado (e com sono). Acho que delirou mais com as pipocas.
(Eu não vi metade do filme, tão embevecida com a cara de Peter Pan a olhar para a tela....)
sexta-feira, 29 de abril de 2016
segunda-feira, 25 de abril de 2016
Nó na garganta (II)
"I've been in the world 37 hours. I've seen pancakes, and stairs, and birds, and windows, and hundreds of cars. And clouds, and police, and doctors, and grandma and grandpa. (...) I've seen persons with different faces, and bigness, and smells, talking all together. The world's like all TV planets on at the same time, so I don't know which way to look and listen. There's doors and... more doors. And behind all the doors, there's another inside, and another outside. And things happen, happen, HAPPENING. It never stops. Plus, the world's always changing brightness, and hotness. And there's invisible germs floating everywhere. When I was small, I only knew small things. But now I'm five, I know EVERYTHING!"
"There's so much of "place" in the world. There's less time because the time has to be spread extra thin over all the places, like butter. so all the persons say "Hurry up! Let's get going! Pick up the pace! Finish up now!".
"When I was four, I didn't even know about the world, and now me and Ma are going to live in it forever and ever until we're dead. This is a street in a city in a country called America, and earth. That's a blue and green planet, always spinning, so I don't know why we don't fall off. Then, there's outer space. And nobody knows where's heaven. Ma and I have decided that because we don't know what we like, we get to try everything. There are so many things out here. And sometimes, it's scary, but that's okay, because it's still just you and me."
(Acabei de ver o Room com a sensação de ter recebido uma lição de vida).
"There's so much of "place" in the world. There's less time because the time has to be spread extra thin over all the places, like butter. so all the persons say "Hurry up! Let's get going! Pick up the pace! Finish up now!".
"When I was four, I didn't even know about the world, and now me and Ma are going to live in it forever and ever until we're dead. This is a street in a city in a country called America, and earth. That's a blue and green planet, always spinning, so I don't know why we don't fall off. Then, there's outer space. And nobody knows where's heaven. Ma and I have decided that because we don't know what we like, we get to try everything. There are so many things out here. And sometimes, it's scary, but that's okay, because it's still just you and me."
(Acabei de ver o Room com a sensação de ter recebido uma lição de vida).
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domingo, 3 de abril de 2016
A saudade (ainda) dói
Sabes, no outro dia estava a ver um filme, uma daquelas comédias românticas tão minhas, chamava-se One Day, e numa das cenas do filme o tipo está desfeito com a morte da mulher, e não sabe como vai continuar a viver, e o pai diz-lhe para continuar a viver como se a mulher ainda fosse viva. Ele responde que não é capaz de fazer isso. E o pai cala-o com um "Claro que és capaz... o que é que achas que eu tenho feito nos últimos dez anos?"
É isto que tenho feito nos últimos dois anos, continuar a viver o melhor que posso e sei. A maioria dos dias é fácil, quase impensado, os minutos todos ocupados com a segurança das rotinas que se repetem, com a meiguice dos momentos em que o Pedro (ainda) me dá colo e mimo, com a pressa de querer fazer mais do que as horas permitem e não se compadecem com mau humor ou cansaço.
E depois há os dias gravados a lágrimas no calendário, aqueles em que a ferida sarada volta a doer; em que a cicatriz que já só é um minúsculo traço imperceptível ao olhar distraído, volta a latejar debaixo da pele; e que a eterna pergunta sem resposta volta a ecoar-me na mente, para embater no silêncio da tristeza da minha impotência: Porquê?
Ana Moura
"Tens Os Olhos De Deus"
(Letra e Música de Pedro Abrunhosa)
Tens os olhos de Deus
E os teus lábios nos meus
São duas pétalas vivas.
E os abraços que dás,
São rasgos de luz e de paz
Num céu de asas feridas,
E eu preciso de mais,
Preciso de mais.
Dos teus olhos de Deus,
Num perpétuo adeus
Azuis de sol e de lágrimas,
Dizes: ‘Fica comigo
És o meu porto de abrigo,
E a despedida uma lâmina!’.
Já não preciso de mais,
Não preciso de mais.
Embarca em mim,
Que o tempo é curto
Lá vem a noite
Faz-te mais perto.
Amarra assim
O vento ao corpo,
Embarca em mim
Que o tempo é curto.
Embarca em mim.
Tens os olhos de Deus,
E cada qual com os seus
Vê a lonjura que quer,
E quando me tocas por dentro
De ti recolho o alento
Que cada beijo trouxer.
E eu preciso de mais,
Preciso de mais.
Nos teus olhos de Deus
Habitam astros e céus,
Foguetes rosa e carmim,
Rodas na festa da aldeia
Palpitam sinos na veia
Cantam ao longe que ‘sim!’.
Não preciso de mais,
Não preciso de mais.
Embarca em mim,
Que o tempo é curto
Lá vem a noite
Faz-te mais perto.
Amarra assim
O vento ao corpo,
Embarca em mim
Que o tempo é curto.
Embarca em mim.
É isto que tenho feito nos últimos dois anos, continuar a viver o melhor que posso e sei. A maioria dos dias é fácil, quase impensado, os minutos todos ocupados com a segurança das rotinas que se repetem, com a meiguice dos momentos em que o Pedro (ainda) me dá colo e mimo, com a pressa de querer fazer mais do que as horas permitem e não se compadecem com mau humor ou cansaço.
E depois há os dias gravados a lágrimas no calendário, aqueles em que a ferida sarada volta a doer; em que a cicatriz que já só é um minúsculo traço imperceptível ao olhar distraído, volta a latejar debaixo da pele; e que a eterna pergunta sem resposta volta a ecoar-me na mente, para embater no silêncio da tristeza da minha impotência: Porquê?
Ana Moura
"Tens Os Olhos De Deus"
(Letra e Música de Pedro Abrunhosa)
Tens os olhos de Deus
E os teus lábios nos meus
São duas pétalas vivas.
E os abraços que dás,
São rasgos de luz e de paz
Num céu de asas feridas,
E eu preciso de mais,
Preciso de mais.
Dos teus olhos de Deus,
Num perpétuo adeus
Azuis de sol e de lágrimas,
Dizes: ‘Fica comigo
És o meu porto de abrigo,
E a despedida uma lâmina!’.
Já não preciso de mais,
Não preciso de mais.
Embarca em mim,
Que o tempo é curto
Lá vem a noite
Faz-te mais perto.
Amarra assim
O vento ao corpo,
Embarca em mim
Que o tempo é curto.
Embarca em mim.
Tens os olhos de Deus,
E cada qual com os seus
Vê a lonjura que quer,
E quando me tocas por dentro
De ti recolho o alento
Que cada beijo trouxer.
E eu preciso de mais,
Preciso de mais.
Nos teus olhos de Deus
Habitam astros e céus,
Foguetes rosa e carmim,
Rodas na festa da aldeia
Palpitam sinos na veia
Cantam ao longe que ‘sim!’.
Não preciso de mais,
Não preciso de mais.
Embarca em mim,
Que o tempo é curto
Lá vem a noite
Faz-te mais perto.
Amarra assim
O vento ao corpo,
Embarca em mim
Que o tempo é curto.
Embarca em mim.
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Fazer pensar
E se não houvesse cores? E se não houvesse emoções? Nem música? Ou poesia? Se ninguém soubesse o que é um livro? Nem tivesse de tomar nenhuma decisão sobre o rumo da sua vida? E se ninguém sentisse tristeza, nem dor emocional, nem ódio? Mas também não sentisse alegria, comoção, amor?
(Acabei a manta que estava fechada num cesto desde que a mãe faleceu. Porque cada quadrado de lã, feito por ela com toda a dedicação, tinha ainda a imagem das suas mãos e a memória do que perdi. Acabei a manta e senti-me vazia. Já não tinha nada para ocupar os dedos e serenar a mente nas noites solitárias. Senti saudades de ver filmes. De viver outras vidas, ver outros lugares, ouvir bandas sonoras e citações que insistem em não me largar por dias a fio. Comecei pelo The Giver - O Dador de Mémórias. Foi sem querer. Mas foi tão apropriado.)
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
Deixar entrar o amor
Tão, mas tão bom...
(Quando o coração fala... está na altura de o ouvir...)
Campanha IKEA 2015
(Quando o coração fala... está na altura de o ouvir...)
Campanha IKEA 2015
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quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Perder(-me)
Quando começa a cena do circo no Madagascar 3, sou eu que digo a Peter Pan para me deixar ver...
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sexta-feira, 22 de maio de 2015
quarta-feira, 22 de abril de 2015
domingo, 22 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
sábado, 14 de fevereiro de 2015
domingo, 8 de fevereiro de 2015
Ficar a sorrir (VI)
Melhor que o filme, só mesmo a banda sonora...
The Theory of Everything OST
The Theory of Everything OST
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terça-feira, 23 de dezembro de 2014
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Repôr horas de sono*
O que fazer no primeiro dia (de chuva) de umas mini-férias? Ir levar Peter Pan à ama, voltar para casa a correr e enfiar-me novamente na cama quente. Dormir profundamente até às duas e meia da tarde e só me levantar porque fui acordada por uma chamada no telemóvel. Almoçar sentada no sofá a ver os 7 Pecados Rurais, dar uma vista de olhos pela lista de blogs do Reader enquanto o L. vai buscar o nosso pequeno buda, recebê-lo com mimos e passar o final da tarde do costume, e terminar o dia a ver o Lucy (a teoria é intrigante, o final é demasiado fantasioso).
* E semanas de vida...
* E semanas de vida...
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